Embora nalguns casos, apoiados por profissionais contratados, todos os serviços executados no Banco, são coordenados por voluntários.
Os Bancos Alimentares, estão organizados em 6 Comissões.
Os Bancos Alimentares, são uma emanação da sociedade civil e devem ser por ela, alimentados com trabalho voluntário, produtos e fundos. Não se pretende uma caridade condescendente: a resposta dos dadores deve ser um gesto consciente, uma opção de cidadania que vai contribuir para criar mais justiça e mais equidade.
De acordo com os seus Valores, a Dádiva e a Partilha, os Bancos Alimentares recusam o primado do dinheiro: a sua abordagem inscreve-se numa lógica de promoção de uma solidariedade activa e responsável. Esforçam-se por dar testemunho de pobreza e despojamento, pela aceitação da dependência. Alguns donativos são necessários mas deve ser promovida e suscitada uma solidariedade activa e responsável na sociedade. Os Bancos Alimentares pretendem colocar-se ao serviço dos pobres que, estes sim, vivem numa situação de dependência. Optam, em coerência com o seu objectivo, por viver numa real dependência dos dadores públicos e privados.
A sua acção passa por solicitar sem cessar, o apoio de múltiplos parceiros, para garantir os menores custos de funcionamento. As decisões relativas à sua gestão são, no entanto, tomadas com toda a independência em relação aos dadores.
O seu papel é essencial
Banco Alimentar incentiva troca de papel por alimentos
(Perguntas frequentes e materiais de imagem no final)
Os Bancos Alimentares iniciaram uma campanha “Papel por Alimentos” com contornos ambientais e de solidariedade no âmbito da qual o papel angariado (jornais, revistas, folhetos, etc.) é convertido em produtos alimentares.
Saiba mais »O portal de doações online do Banco Alimentar recolhe 90 toneladas de alimentos e supera resultados da campanha de Maio.
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