Aproveitar onde sobra, para distribuir onde falta. É este o nosso objectivo: evitar o desperdício de alimentos fazendo-os chegar às pessoas que têm fome. O Banco Alimentar recebe toda a qualidade de géneros alimentares, ofertas de empresas e particulares, em muitos casos excedentes de produção da indústria agroalimentar, excedentes agrícolas, da grande distribuição e ainda, produtos de intervenção da União Europeia.
São recolhidos localmente e a nível nacional, no estrito respeito pelas normas de higiene e de segurança alimentar.
A estas dádivas, acrescentam-se os produtos oferecidos por particulares, nas campanhas de recolha efectuadas nas superfícies comerciais.
Os Bancos Alimentares possuem uma organização logística profissional para:
Os Bancos Alimentares abastecem, ao longo de todo o ano, instituições de solidariedade com actividade em Portugal. Para além da entrega gratuita de alimentos destinados às pessoas com carências alimentares, os Bancos Alimentares acompanham e partilham a acção das instituições no sentido de lutar contra a exclusão social.
Cada Banco Alimentar celebra acordos com as instituições de solidariedade da sua região, tendo em conta as suas características próprias de actuação. A ajuda alimentar é efectuada na forma que melhor se adapta às necessidades da população apoiada:
Os Bancos Alimentares são instituições não governamentais, apolíticas e não confessionais. Comprometem-se a praticar uma gestão transparente que obedece a regras estritas, idênticas para todos os Bancos. Possuem contabilidade organizada e as contas são auditadas anualmente por uma empresa exterior, que garante a sua idoneidade.
O portal de doação de alimentos online para os Bancos Alimentares – www.alimentestaideia.net – recolheu quase 90 toneladas de alimentos, num valor global de 116.862,91€ contabilizados, estando ainda diversas doações registadas mas que aguardam pagamento.
A campanha online contou com a adesão de 3.198 internautas; a média de doação foi de 36,54€, sendo o leite o bem mais oferecido, seguido do azeite e açúcar.
Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram no fim-de-semana de 1 e 2 de Junho um total de 2.445 toneladas de géneros alimentares numa nova e concludente manifestação de solidariedade por parte dos portugueses num momento de particular dificuldade, pese embora o evidente agravamento da situação económica e a redução do rendimento disponível dos particulares.
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