DADOS ESTATÍSTICOS DO BANCO ALIMENTAR DE LISBOA

Este gráfico apresenta a evolução anual do número de pessoas assistidas pelo conjunto das instituições apoiadas pelos Bancos Alimentares em actividade.

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O Banco Alimentar Contra a Fome nasceu em Portugal da leitura de um anúncio numa revista francesa. Nele se apelava à participação numa campanha de recolha de alimentos para um Banco Alimentar Contra a Fome.

O Banco Alimentar Contra a Fome nasceu em Portugal da leitura de um anúncio numa revista francesa. Nele se apelava à participação numa campanha de recolha de alimentos para um Banco Alimentar Contra a Fome.

Intrigado e muito interessado o Comandante José Vaz Pinto, fundador dos Bancos Alimentares em Portugal, telefonou de imediato para Paris pedindo para ser recebido. Com grande surpresa foi aí informado pelo Presidente do Banco Alimentar de Paris, Bernard Dandrel, de que ele mesmo estava de regresso de uma viagem a Lisboa onde se tinha deslocado com o intuito de suscitar a criação dum Banco Alimentar. Muito espantado, ouviu do Presidente da instituição a que se dirigira a declaração de que em Portugal não havia razões para a criação de tal instituição.

Chegado a Lisboa, o fundador do Banco reuniu meia dúzia de amigos e puseram mãos à obra. Sendo necessárias três pessoas para a escritura de constituição duma nova instituição, o fundador convidou para participantes deste acto oficial, e, portanto como co-fundadores, o Engenheiro Manuel Lancastre e o Pe António Vaz Pinto. No dia 23 de Janeiro de 1991 foi outorgada a escritura de constituição da Associação denominada, Banco Alimentar Contra a Fome, em Lisboa
A sede social da nova Instituição foi instalada provisoriamente no Centro Universitário Padre António Vieira, e cedidas instalações para o início. Foi criada uma Comissão instaladora constituída pelo Sr. Comandante José Vaz Pinto, pelo Sr. Eng.º Manuel Ferrão de Lancastre e pelo Sr. Padre António Vaz Pinto

Com este problema resolvido promoveram-se então várias reuniões para que se convidavam amigos e conhecidos, nas quais o fundador explicava em que consistia o Banco e como funcionava, e no fim de cada sessão registavam-se os nomes dos novos aderentes. Rapidamente se atingiu o número necessário de pessoas para se poder começar a dar vida à verdadeira organização das estruturas básicas do Banco. Destas pessoas destacam-se pelo contributo e presença o Sr. Dr. Francisco Sousa da Câmara, o Sr. Dr. Lourenço de Almeida, o Sr. Dr. João Alberto Pinto Basto, o Sr. Dr. João van Zeller.

No dia 24 de Junho de 1991 reuniu-se a primeira Assembleia-geral do Banco Alimentar Contra a Fome que elegeu os membros dos Corpos Gerentes para o biénio 1991-1993, na qual estiveram presentes 63 associados efectivos fundadores.

O primeiro armazém com as dimensões exigidas foi cedido pela Administração do Porto de Lisboa em Santos.

Um homenagem a duas peças fundamentais para o lançamento do Banco Alimentar: a Helena André, agora na ENTRAJUDA e o José Macieira, que tornaram possível a abertura do Banco nas condições e na data que se pretendiam.

Com a estrutura já preenchida com voluntários para todas as Comissões, com um armazém em obras de arranjo, um secretariado a funcionar e um Secretário-Geral em funções, foi elaborado um estudo das necessidades financeiras para o funcionamento do Banco. De acordo com o espírito, seria a generosidade dos doadores a manter o Banco vivo.

Para as obras, veículos, maquinaria de armazém, mobiliário, material de escritório, instalações de frio, etc. foram surgindo apoios como, por exemplo, o do Comissariado de Luta Contra a Pobreza, uma câmara frigorífica oferecida pela Câmara Municipal de Lisboa ou uma viatura cedidas pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Mas foram os muitos “amigos” do Banco que apoiaram com donativos que permitiram a sua concretização.

Todo o planeamento concretizado, o Banco abriu após a Primeira Campanha de Recolha de Alimentos que se realizou em Junho de 1992.

Sempre em constante crescimento, foi rapidamente necessária uma mudança para instalações mais amplas. Foi cedido em 1994 pela CP o armazém da Av. de Ceuta em Alcântara, onde até agora funcionam.

Merecem destaque o Eng. José Carlos Mardel Correia e a Dra Cristina Wagner, peças chave do Banco Alimentar Contra a Fome nesta fase de expansão.

Aberto o Banco de Lisboa apareceram quase imediatamente interessados em abrir Bancos noutras cidades: Setúbal, Porto, Évora,Coimbra, etc. Os interessados era recebidos e explicado com o maior detalhe tudo o que era necessário, fornecida a documentação própria e dada autorização para o uso do nome Banco Alimentar Contra a Fome. Continuando então a alastrar a malha de Bancos pelas diferentes regiões do País pareceu ser necessária a agregação de todos eles numa Federação. E esta nasceu em 1999.

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Estes são os Númerosque fazem a diferença em lisboa em 2015

  • 8829ton

  • 381

  • 86655

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